Parceiro de vida

Um único que gostaria de encontrar um parceiro vitalício tem apenas um ponto em sua lista de tarefas: “1. Encontrar um parceiro de vida. “As pessoas que estão infelizes em seu relacionamento precisam fazer três coisas:” 1. Submeta-se a um término emocionalmente exaustivo. 2. Levante-se novamente. 3. Encontre um novo parceiro de vida. Viver totalmente é uma das grandes realizações da vida. Ser amado totalmente é uma das grandes alegrias da vida. Uma grande busca na vida é encontrar um parceiro que possa nos amar dessa maneira e a quem possamos amar. Muitas vezes, as pessoas partem à procura de seu parceiro de vida a partir de um espaço de solidão. Procurar um parceiro de vida por causa da solidão ou amargura de um ... Parceiro de vida. Meu amor, hoje você é o meu marido, mas já fomos desconhecidos, simples conhecidos, ficantes, namorados, noivos e, agora, casados estamos! Todo esse tempo em que estamos juntos, percebo que você é a pessoa que eu sempre quis ter ao meu lado. Você é meu parceiro, meu confidente, meu tudo! O direito de alimentar termina com novo casamento, nova vida em comum com outro parceiro ou morte do alimentado. rechtsanwalt-brasilien.de T he ri ght of fee din g end s with a new m ar riag e, n ew life in com mon with ano the r partner o r d eat h of sp ouse receiving food. Apesar de os dois estilos de vida serem igualmente válidos, nem todo mundo lida bem com essa diferença quando se trata de um relacionamento estável. Você precisa ter uma ideia clara das visões do seu parceiro ou parceira antes de começar a planejar um futuro a dois. Se você estiver tentando encontrar alguém para ser um parceiro para a vida toda, mostre o melhor de você. Não tente dominar nem enganar a outra pessoa. Fazer o outro se sentir mal ou criticá-lo demais durante o encontro demonstrará que você é uma pessoa insegura ou cruel.

Bad

2020.10.21 02:42 haha-charadeur Bad

Boa noite família! Agora noite bateu uma bad aqui. Eu tava pensando nos relacionamento acabados de tempos atrás e vi o quão difícil realmente é encontrar um parceiro ideal para que esteja sempre ao seu lado.
Estou conversando com uma garota e ela parece ter muitos contatos e vejo que eu sou apenas mais um. Ela deve estar bem acostumada a sair com outros caras e aí me vem a reflexão de que se realmente possa valer a pena.
Estamos marcando de nos encontrar pra conversar, beber ou comer alguma coisa, mas a previsão aqui é chuva, então, provavelmente eu dê alguma desculpa para não ir.
No quesito das relações estou vendo que estão se tornando cada vez mais superficiais, estou começando a pensar da mesma maneira como era antigamente. Talvez seja bom que eu faça uma pausa e para de procurar algo que ainda não encontrei, talvez eu ache ou talvez não. É o medo de se entregar.
Vou focar mais em mim, nos meus afazeres, viver a vida do meu jeito, não levar nada para o sentimental e principalmente no meu lado profissional.
Boa noite!
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2020.10.18 01:09 flashfishrodo Vocês têm pensamentos que perseguem?

A qualquer hora do dia, mas principalmente antes de adormecer. Tenho muitos flashbacks do passado ou de coisas que fiz (nada muito grave, só idiotices mesmo), na verdade, tenho percebido que nunca estou presente, sempre dentro da minha cabeça em memórias do passado, com coisas que fiz ou passei, procurando uma resposta, tentando entender o que me fez ser tão inseguro e não conseguir me comunicar com alguém, não conseguir terminar uma frase sem travar, com uma dicção horrível. O que mais me incomoda é que eu chego a ter lapsos nervosos, de pular da cadeira ou tentar esconder meu rosto (sensação de vergonha alheia) por lembrar de algumas coisas, coisas que fiz com 16 anos (?). Nunca estou presente, não consigo sair para curtir um rolê, pq sinto que não sou permitido ali. Não me permito. O engraçado é que na minha adolescência (os traumas já existiam) eu era muito sociável, saía muito. O que me fez regredir? O que me fez me enjaular dentro da minha consciência e baú de memórias? Sinto que estou piorando com o tempo, quando na lógica era pra tudo melhorar. Já fiz de tudo, jogo para passar o tempo, estudo, converso com meu parceiro... Tenho uma vida, mas mesmo assim, quando encosto no travesseiro, não tenho uma paz sequer.
Obs: ignorem o "flashbacks do passado" kkk
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2020.10.17 12:33 Gagonfe Querendo sair da faculdade.

Edit: porque to recebendo downvote? Eu só desabafei.
Ultimamente tenho pensado sobre minhas decisões futuras e isso tem levantado questionamentos persistentes em mim.
Moro com meus pais, tenho 20 anos e esse ano eu estaria na faculdade estudando Ciência da Computação se não fosse pela pandemia. A questão é que, pela pandemia ter acontecido eu tive muito tempo livre, o suficiente pra começar a desenvolver jogos e virar um desenvolvedor.
Muita coisa aconteceu e eu progredi demais esse ano. Vou publicar meu terceiro jogo na Steam logo logo e as coisas não param de melhorar. Por esse motivo, eu quero deixar de lado a faculdade e fazer só desenvolvimento de jogos fulltime. Já repensei sobre isso diversas vezes e eu não me vejo mais ficando 4 anos sentado estudando sendo que eu já tô fazendo o que eu quero e as coisas já estão dando certo. Não quero deixar de lado a experiência e oportunidade incríveis que estou tendo só pra ter um diploma.
Meus pais são contra essa ideia. Disseram que enquanto eu morar com eles eu serei obrigado a fazer a faculdade, mas eu já faço o que amo, já tá dando incrívelmente certo e eu não quero fazer algo que só vai gerar um papel de documento pra mim sendo que eu nem vou me divertir durante todo o período, vai ser só eu pensando "poderia estar fazendo o que gosto". Então decidi que vou sair de casa mesmo.
Eu estudei pra caramba pra passar no ENEM, fui muito bem, mas eu simplesmente não quero mais, e não acho que qualquer coisa vá mudar isso. Sei que é incerto, coisas podem dar errado mas é o preço de viver a minha paixão.
Meu próximo objetivo é procurar um parceiro pra morar junto e dividir apartamento aqui no RJ, pra não ficar tão pesado no meu bolso. Mas acho que isso vem com o tempo. Espero que dê tudo certo do jeito que está dando...
Muitas aventuras iniciando, muitos caminhos a tomar. Um grande ponto da minha vida eu cheguei agora.
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2020.10.17 02:28 TheBrazilianPacoca 27 anos, nunca namorei, sou BV, virgem e isso não me entristece

Vejo muita gente aqui no sub dizendo que já tem tal idade e não consegue arrumar um parceiro e tals. No meu caso tenho 27 anos e nunca tive uma namorada. Dizem por aí que mulheres preferem caras confiantes, engraçados, extrovertidos ou até mesmo difíceis em alguns casos. Eu não sou nada disso. Costumo ser muito emocionado, desleixado, e até tímido às vezes. Meu ponto é que eu simplesmente gosto de ser assim e não estou disposto a mudar minha personalidade ou fazer qualquer coisa só pra virar um padrão. É como se o fato de eu gostar da minha personalidade anulasse as rejeições que eu passei e daí não consigo me sentir triste ou magoado. Não é todo mundo que consegue ser assim, mas deixo aqui meu relato, de repente alguém se inspira ou sei lá. Segue a vida.
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2020.10.17 01:28 Cyberthinker Professor é decapitado por mostrar caricaturas de Maomé (42% dos jovens muçulmanos na França apoiam o terrorismo)

Quando será que a Europa vai entender que isso NÃO É uma exceção no Islam? Todas as pesquisas mostram que uma porcentagem assustadora dos muçulmanos apoia sim o terrorismo!
Em quase todos os lugares no mundo onde muçulmanos são maioria, gays, ateus, ex-muçulmanos são considerados criminosos e até mortos, mulheres são cidadãs de segunda classe, são os lugares com maior perseguição a outras crenças. Se alguém acredita na lenda da maioria muçulmana bonzinha, vá em qualquer gueto muçulmano na Europa, levante a bandeira gay e beije seu parceiro gay, ande sozinha de noite com roupas curtas de mulher, se vista de judeu, mostre o desenho de Maomé... Todos sabem que fazer qualquer dessas coisas corre risco de no mínimo ser atacado ou RISCO DE VIDA! Quem romantiza o Islã, faça isso, filme e depois volte aqui mostrar pra gente!
https://istoe.com.bprofessor-que-mostrou-caricaturas-de-maome-e-decapitado-perto-de-paris/

42% dos jovens muçulmanos (de 18-29 anos) na França apoiam o terrorismo (Pew Research, 2006, p. 54)
https://www.pewresearch.org/wp-content/uploads/2007/05/muslim-americans.pdf
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2020.10.15 04:14 avidreader37 Tem gay que não curte penetração?

Sou gay ativo e pelo fato de não ter parceiro fixo, noto que penetração é meio que regra no sexo. Acontece que o melhor sexo que já fiz na vida foi sem penetração ( com um moreno maravilhoso que metia na minha boca aquela rola enorme e depois batia ela na minha cara ) . Foi a melhor porque não precisou de penetração, que é algo que eu particularmente não curto muito porque acho o ânus muito apertado. A única posição que sinto um pouco de prazer metendo é frango assado. Mas o que me dá muito tesão mesmo é 69, garganta profunda, frottage e beijo grego. Acho bem melhor. Gays, manifestem a visão de vcs por favor
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2020.10.14 02:18 gluedmemories Acho que meu relacionamento está morto

Só queria botar tudo isso para fora.
Durou muito tempo. Foi muito bom. Me fez crescer como pessoa, assim como você cresceu.
Nos ajudamos. Sofremos juntos. Rimos juntos.
Nós brigamos muito, mas sempre achei que com o tempo nosso relacionamento iria melhorar. E ele mudou, mas não para melhor.
Hoje em dia não reconheço mais quem já fomos. Não brigamos mais tanto. Nosso relacionamento imperfeito há anos atrás era mais amoroso e mais completo do que é hoje.
Eu ainda te amo. Não sei se me ama mais... Acho que nesse momento não importa, pois quero o que é melhor para nós, não como casal, mas como pessoas.
Tantos planos. Falamos em casamento, filhos, morar juntos, como iríamos transar, viver a vida como parceiros eternos. Me deu tanta esperança. Mas não tá dando certo mais, creio que principalmente para você.
Talvez seja o tempo. Chega a ser tragicamente engraçado, dizem que o tempo cura, que com o tempo melhora, mas o tempo talvez tenha matado a nossa relação também.
Desejo tudo de melhor para você, do coração.
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2020.10.10 06:01 umnickqualquer Dezembro de 97

Mesmo já tendo corrido 20 anos, os detalhes continuam na minha mente: dezembro já estava quase na metade e aquela era a semana de recuperações finais do ano letivo. Eu não ia querer ser reprovado bem quando já estava terminando o 3o ano do 2o grau – era assim que a gente chamava na época – e só precisava daquele diploma pra poder seguir pra faculdade. É claro, isso se eu tivesse sido aprovado. Os resultados dos vestibulares só saiam em janeiro e entre a tensão de terminar a escola e a de finalmente começar História numa federal, eu ia administrando os meus 17 anos.
Pensando agora, enxergo que eu era um moleque bastante comum, mas não era assim que eu me vi na época. Meus CDs dos Racionais, biografia do Malcolm X e camisa dos Panteras Negras (que juntei dinheiro por meses pra comprar) se juntavam ao pequeno black que eu vinha cultivando pra criar algo que naquele tempo era uma mistura confusa de busca por identidade racial e afirmação juvenil. Tenta entender que eu estava entre a descoberta de Spike Lee e a de Frantz Fanon, sendo que o desbravamento de mim mesmo também não estava muito avançado. Esse ainda iria levar um tempo.
Acabada a recuperação, eu esperava na saída do corredor pro pátio olhando pra fora. Enquanto estava em sala de aula, a chuva que tinha ameaçado cair a tarde inteira começara a desabar com força e não parecia estar perto de acabar. De onde estava eu podia ver o temporal alagando tudo entre o pátio e a quadra de esportes perto do portão, enquanto alguns alunos tentavam fazer às pressas o caminho até a rua. Pode ser que eu não quisesse arriscar molhar os cadernos na mochila, ou talvez não quisesse chegar logo em casa pra ser bombardeado de perguntas sobre a prova, mas a questão é que resolvi esperar e enquanto aguardava recostado à parede, notei que o Wesley – que também estava na recuperação – havia chegado e feito o mesmo.
Era alguém interessante, o Wesley. Sua posição na classe me parece ambígua porque se hoje eu só consigo dividir a minha 3a série entre Comportados e Turma do Fundão, ele não era nenhum dos dois. Sem ser necessariamente calado, rebelde ou participativo, conseguiu atravessar aquele ano letivo até o fim, apesar do seu tamanho e aparência indicarem que já tinha sido reprovado uma ou duas vezes. Se ao longo daqueles meses a gente trocou três palavras eu não lembro – enquanto os meus chegados eram quase todos maconheiros fãs de Planet Hemp e headbangers fãs de Sepultura, os dele, por mais que tente me lembrar, eu não tenho certeza. Tanto podiam ser a turma inteira como ninguém, na verdade.
Aquela vigília pelo fim da chuva deve ter me entediado ou talvez eu tivesse me sentido constrangido de ficar apenas em silêncio a poucos metros dele, mas a questão é que, ainda olhando pra porta, falei:
– Parece que a gente vai ficar aqui até amanhã – também sem me encarar, ele disse:
– Por mim não tem problema.
Como não respondi, acho que ficamos em silêncio por mais ou menos um minuto, os únicos sons sendo o temporal caindo e os carros passando pela rua em frente. Sem nenhum aviso, as luzes do corredor e das salas vizinhas se apagaram e uma mistura de murmúrios e gracejos percorreu o prédio da escola enquanto todos davam pela falta de energia elétrica. Agora iluminado apenas pelo cinza embaçado daquela tarde de chuva, o próprio tempo parecia em espera.
– Você já passou na faculdade? – perguntou o Wesley.
– Não sei. Acho que sim, mas tem que esperar sair o resultado ano que vem – respondi, meio desconfortável por ele não ter continuado em silêncio – eu não tinha certeza suficiente pra dizer que achava que sim, mas aquele era sempre o jeito mais rápido de conduzir as conversas sobre vestibular.
- Tomara que o mundo não acabe antes de você se formar, igual todo mundo acha, né? – retrucou ele, com um tom mais leve do que o anterior – e você pode ir pra faculdade com esse cabelo? Eu costumava ser bem sensível a qualquer crítica em relação ao meu black. Tanto porque a maioria delas era escrota quanto porque não era fácil tratar dele e aquela era uma das poucas coisas de que gostava na minha aparência. “Vocês ainda vão ver presidentes com um maior que o meu”, costumava responder. Por algum motivo, no entanto, talvez o modo como a pergunta soou sem nenhuma maldade ou intenção de ofender, eu não me importei e apenas respondi:
- Claro que sim, lá não é o exercito – observando ele fazer um leve sinal de assentimento e sem saber como continuar aquela conversa, perguntei – o que você vai fazer agora?
- Ir pra casa, tirar um descanso e trabalhar de noite, por quê? – respondeu ele, parecendo surpreso que eu perguntasse.
- Não, tô falando agora depois de se formar. O que você vai fazer depois do 2o grau? – corrigi, por algum motivo desconfortável pela interpretação da minha pergunta.
- Ah – falou ele, se demorando como se tivesse que se lembrar de algo bem distante – eu quero arranjar alguma coisa com o diploma. Tentei o exercito ano passado, mas não entrei, fui dispensado. Agora com a escola completa deve dar pra conseguir alguma coisa boa e talvez eu faça curso técnico – completou. “Você também não sabe direito”, eu pensei. Hoje, penso que estranho seria se algum de nós dois naquela época tivéssemos certeza de alguma coisa.
– E por que você tinha certeza que eu tinha sido aprovado na faculdade? – perguntei, incerto sobre como prosseguir a conversa.
– E como não? Você é todo inteligente, todo engajado – respondeu ele, com um sorriso que eu não sabia se era irônico ou parceiro – peão de obra que você não ia virar. Me senti um pouco desconcertado, tanto por não imaginar que esse garoto com quem eu nunca tinha falado antes tinha uma imagem a meu respeito quanto por não estar nem de longe tão certo sobre o meu próprio futuro quanto ele. Pensei em alguma consideração elogiosa pra fazer, mas me toquei de que eu não o conhecia. Na verdade, aquela era a primeira vez em que eu realmente reparava nele. O corpo alto e magro que vestia o uniforme, a pele castanha quase no meu tom e o cabelo aparado rente ao couro cabeludo podiam pertencer a metade dos alunos daquela e de qualquer outra escola estadual do país. Esse foi o primeiro momento em que quis saber alguma coisa sobre o Wesley.
O que respondi a ele eu não me lembro, mas sei que nos sentamos no chão do corredor enquanto a chuva continuava caindo persistente lá fora e os poucos alunos que restavam no prédio saiam pela porta à nossa frente. Nós mais do que falamos, conversamos, e apesar dos detalhes terem sumido da memória, ficaram os temas. A escola que acabava; a família que pressionava; o que estava por vir, fosse o que fosse. Especulamos sobre o que a gente sabia e não sabia e naquele momento só não falei mais porque ainda havia coisas que eu não confessava nem a mim mesmo. Com sua voz um pouco mais juvenil do que seu tamanho sugeria, os pelos no queixo de alguém que se esquece por uns dias de aparar e uns olhos estreitos e reluzentes que devolviam ao mundo um reflexo mais brilhante do que a imagem que receberam – todos os pontos em que eu só reparava naquele momento – o Wesley parecia real, único. Não sei quanto tempo se passou, mas naquela hora só existiam o corredor escuro e aquele garoto pouco mais velho que eu – as preocupações não sei aonde tinham ido, talvez lá fora junto com a chuva.
Ainda estávamos conversando quando verifiquei a mochila pra ter certeza de que não tinha deixado nada em sala e me deparei com a sombrinha velha da minha mãe, que eu devia ter guardado dias atrás e esquecido ali. Surpreso por ter encontrado, falei:
– Olha só e eu esperando aqui – disse em tom casual, mas a verdade era que eu preferia não ter achado e pra esconder essa contrariedade, dele e de mim mesmo, me levantei, ainda que sem vontade de ir embora. Talvez fosse por não ter coragem de encarar o tempo forte bem à minha frente sozinho que ofereci:
– Quer carona? – ao que ele respondeu pegando a mochila e se levantando também.
Saímos para a chuva fria e, talvez por dividirmos uma sombrinha minúscula, estávamos com os braços nos ombros um do outro enquanto corríamos pelo pátio vazio – quem fez o gesto primeiro, não sei dizer. O temporal estava mais forte do que parecia do lado de dentro – Wesley e eu ficamos encharcados, as vistas turvas e nossas camisas ensopadas, grudando tanto na pele quanto uma na outra, enquanto corríamos ombro a ombro. Quando a tempestade finalmente venceu e rompeu as ligações da sombrinha, ficamos perdidos de vez, com a água e o vento vindo como uma surra por todos os lados. Vendo que era impossível tentar chegar ao portão daquele modo, corremos para a quadra de esportes, que era coberta e ficava entre o prédio principal, de onde tínhamos vindo, e saída da frente.
Foi um alivio voltar a ter um teto sobre a cabeça. Assim como o prédio principal, a quadra estava às escuras e sem mais ninguém além de nós. As roupas molhadas pareciam pesar 01 kg e enquanto eu enxugava o rosto com a camisa do uniforme – sem perceber a idiotice de tentar me secar com um pano molhado – Wesley passou os dedos de leve pela ponta do meu cabelo, abaixado pela chuva, e disse, divertido:
– Então é assim que fica quando molha.
Sei que respondi alguma coisa, não lembro o quê, e nós dois rimos. Ele estava tão encharcado quanto eu e apesar do comentário casual, percebi que tremia de frio e tinha a respiração pesada, com o peito subindo e descendo da corrida. Notei que eu também estava assim. Ficamos mais algum tempo em silêncio, enquanto a chuva não dava sinais de passar.
– É, acho que não vai acabar tão cedo. Valeu pela carona, eu vou daqui – disse o Wesley, com gotas d’água ainda escorrendo pelo rosto.
– Falou, boa sorte – respondi. Pensei em dizer “foi bom falar com você, que pena que a gente não se conheceu antes”, mas calei. Eu não sei que sinal o meu corpo transmitia naquele momento, pensei nisso por anos até decidir que não era importante. Quando o Wesley se aproximou de mim antes de sair da quadra, pensei por dois segundos que seria para um abraço de despedida, desejos de sorte na vida e tal, mas quando chegou perto do meu corpo, foram a minha boca que ele procurou.
A partir daí só posso explicar o que houve por sensações. O frio dos lábios dele; o calor bem-vindo do seu hálito, e junto com um sabor que parecia ser pasta de dente, o gosto de chuva como se eu estivesse beijando o próprio temporal. É estranho pensar o quanto tudo foi inesperado e ainda assim sem erros – perfeito. Não teve espaço pra estranhamento ou resistência da minha parte, só uma reciprocidade fortuita que parecia agir por conta própria. O ato era a última coisa que eu podia esperar naquela hora e ainda hoje um dos momentos mais inusitados da minha vida, mas ainda assim naquele minuto foi tão natural, tão correto para aquele eu adolescente, quanto o tempo forte que desaba numa tarde de dezembro.
Quando nossas bocas se afastaram, o Wesley foi até a borda da quadra, olhou pra fora por um segundo e então correu, desaparecendo na chuva. Só o que pensei naquele momento foi que devia ter dito tchau – talvez porque a gente não diga adeus quando tem 17 anos. Continuei onde estava e o fato de agora estar sozinho me pareceu o mais estranho do mundo. Eu não sei quanto tempo fiquei esperando estiar, mas quando isso aconteceu, saí rápido em direção ao portão como ele tinha feito. Mesmo caindo com menos intensidade, o temporal então me parecia pior, mais frio e impiedoso. Tudo o mais naquele fim de tarde hoje me parecem só flashes: o ponto lotado, o ônibus pra casa, chegar no quarto e por a mochila no chão. Não vi sinal do Wesley enquanto percorria aquele caminho e é óbvio que nunca soube dele desde então. Do mesmo jeito que não sabia antes daquele dia.
Talvez não fosse uma lembrança tão viva ainda hoje se não fossem os tempos de chuva desses 20 anos pra cá. Mesmo que eu esteja resguardado em casa vendo o temporal pela janela, sinto o sabor gelado nos lábios e a água escorrendo pelo queixo como se estivesse do lado de fora, desprotegido, feito um menino que se põe debaixo da tempestade com a boca aberta brincando de provar o gosto do céu – de juventude, de conversar sem pressa num corredor escuro enquanto o mundo espera lá fora.
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2020.10.08 03:30 mais1graumdeareia Meu deus do céu, eu não quero virar incel

Sou homem, tenho 20 anos, sou uma pessoa ate que bonita (juro que sou humilde) e tenho uma vida amorosa desastrosa. Bom, por onde começar?! Fui criado só com irmãs mais velhas, e nunca fui tão apegado ao meu pai quanto a minha mãe, por ele agredir ela e encher o saco de todos quando bêbado na minha infância. Isso, somado aos fatos de nunca termos tudo muita liberdade pra sair de casa quando crianças e de eu sempre ter tido na cabeça que não queria ser como meu pai por saber o quanto um relacionamento abusivo é um cu na vida de alguém, me levaram a tentar tratar todas as meninas que eu gostava como se "fossem meninos". Eu conversava normalmente com elas e tinha vergonha de flertar. Resultado? Fui rejeitado inúmeras vezes. Até aí tudo bem, afinal, não se pode ganhar todas e eu era muito novo na época, não tinha malícia nem nada. Contudo, os anos foram passando, eu comecei a ser bem mais direto, chamando pra sair logo de cara e tals (o que eu sei que é super paia) e vi meus resultados não melhorarem quase nada. Dessa forma, atualmente, apesar de flertar levemente (forçar demais é osso né pae) eu ainda não consigo ser totalmente sem vergonha devido aos anos de foras e venho vendo minha autoestima abaixar cada vez mais com o passar do tempo. Não passei em nenhum médico nem nada, e admito que em outras áreas da minha vida como profissional e acadêmica eu estou completamente dentro da média, isso se não acima em alguns casos (considerando as pessoas do meu meio) mas mesmo assim, sei que estou com depressão. A ideia colocada na nossa cabeça de que precisamos encontrar um parceiro nessa batalha que é a vida, somada ao fato de que vários conhecidos meus (serio, eu não tô forçando kkkkk) são bem mais feios e menos inteligentes e mesmo assim têm uma vida amorosa melhor, me deixa incrívelmente angustiado. Essa angústia me atrapalha em tudo, não consigo me concentrar direito e taco o fodase para tudo por saber que o que eu realmente quero parece estar longe de ocorrer. Assim, pergunto a vocês (msm não tendo resposta certa) aonde estou errando?!
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2020.10.06 16:52 whitebearphantom Hoje faz 1 ano que perdi um amigo.

Há exatamente 1 ano atrás eu perdi um amigo. Poxa, como a vida é dura e cruel as vezes né?
Em 2009 eu passei em uma universidade no interior e me mudei de SP pra lá.
Logo no primeiro dia, sem local pra ficar, eu conheci esse meu amigo. Poxa, cara bacana demais. Me ajudou muito.
Lembro de ter encontrado ele na faculdade enquanto eu procurava uma república pra morar, logo de cara ele me ofereceu o apto em que ele morava com mais outro amigo, juntos formamos nossa república.
Ele foi meu parceiro e irmão. Éramos nós 3 um pelo outro. Nossa regra era: fomos para o rolé juntos, voltaremos juntos.
Foi ele que me levou um copo d'agua e um comprimido de dorflex qdo eu acordei de ressaca vomitando tudo e achando que ia morrer, pela primeira vez.
Eu lembro que ele comecou a trabalhar e combinamos dele fazer a janta, eu o almoco e o outro limpar a louça, bons tempos. Que irmandade.
Hoje eu aceito melhor a ideia dele nao estar mais neste plano. Mas sabe o que ainda me falta? me despedir do meu amigo, pois 1 mês antes do acidente dele eu me mudei para outro país a trabalho. Um certo dia acordei e a primeira coisa que vi em minhas redes sociais foi o irmão dele se despedindo num post. Infelizmente, não havia nada que eu pudesse fazer.
Cara, meu coração parou e meu corpo travou. Perguntei ao irmão dele e recebi a notícia que nunca mais veria meu amigo nesta vida.
É triste, muito triste. Eu até passei a querer acreditar em outra vida, pois eu ainda quero encontrar o meu camarada e tomar um shot de alguma bebida escrota só pra curtir o momento e dar risada.
Mas é isso galera. Curtam a vida de vocês, amem seus amigos e família. A vida é maluca, do nada ela vai embora. E tudo isso aos 28 anos. O que nos resta é a lembrança e os bons momentos.
Fique em paz, meu amigo Dolly!
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2020.10.05 21:37 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos. Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.10.05 21:33 DragonSkin0 Meu maior companheiro

Perdi o meu bichinho, meu fofinho. Tenho 19, ele tinha 11. Mais da metade da minha vida foi com ele só meu lado. Eu amo ele muito. Ver ele com vida na manhã e 8 horas depois sem é muito chocante. É a realidade, a vida. Que bom que ele não sofreu em vida e nem se foi sofrendo. Que saudade. O suicida em potencial aqui sabia que isso tava pra acontecer e que iria ser pesado. Nem tô pensando em me matar ainda, só sentindo a falta.
Queria estar até agora com ele, mesmo morto. Fazer carinho e conversar com ele, já não posso mais.
Aiai, ele era feliz, embora eu não fosse o melhor dos donos. Nessas últimas semanas passeava bem pouco com ele, minha vontade de ficar na cama o dia inteiro foi maior diversas vezes. Mas sempre dei carinho, brinquei, beijei. Eu sempre disse que ele era a pessoa que eu mais amava, mesmo pensando na minha mãe.
Aconteceu há poucas horas. Dia 5 de Outubro de 2020, uma segunda-feira. Que falta. Vazio. A caminha dele ali. A varanda que ele mijava. Tadinho. Queria poder ter dito mais e mais o quanto amava ele, sempre foi meu parceiro, esteve comigo o tempo todo. Sinto que eu não fiz o mesmo. Mas não me culpo pela morte. Mas podia ter feito mais por ele. Odeio ter depressão. Odeio como o mundo funciona. Queria estar com ele aqui, no meu colo, beijando e falando com ele como se ele entendesse.
Vamos ver como serão os próximos dias, só vivi algumas horas disso e já consegui esquecer por alguns minutos. Me sinto mau por isso, embora não tanto, sei lá. Quero sofrer por ele, mas não em excesso. Mas aí sinto que tô sofrendo pouco. FODASE que ódio de ter perdido ele, de poder ter visto ele mais um pouco enquanto tava vivo, mas não, tava dormindo. Essa vida num é pra mim galeris
Obrigado por quem leu, espero que estejam bem. Senão, que fiquem bem. Beijos
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2020.10.05 03:58 Agreeable-Shoe6951 Como ser uma boa esposa?

Eu sei que soa antiquado, porém isso me preocupa porque eu sempre fui criada com essa ideia de ser uma mulher forte e independente e não tenho boas referências da vida de um casal. Eu tenho essa parte da mulher moderna coberta já, mas isso não parece suficiente pra minha vida... eu sinto muita vontade de me dedicar a algo e alguém além de mim mesma, de construir uma casa harmoniosa e uma família.
Meu namorado me pediu em casamento, e eu sinto que vou finalmente realizar essa parte de mim... mas ao mesmo tempo eu me sinto muito despreparada, e eu não tenho com quem conversar sobre o assunto e a maioria dos conselhos genéricos que eu acho ou são a partir de um viés religioso ou mais críticos para essa vida tradicional. Eu queria um meio termo, e queria ouvir pessoas diversas.
Em geral, meu namoro é muito tranquilo, mas a gente tem alguns desentendimentos e eu sou muito ruim para me comunicar quando estou magoada. Isso é uma coisa que eu sei que eu preciso melhorar porque provavelmente isso tende a piorar morando junto com alguém. Mas eu penso em coisas sobre como lidar com a casa, a rotina, a individualidade de cada um.
Às vezes eu também sofro um pouco com síndrome da impostora porque eu acho meu namorado uma pessoa mil vezes melhor que eu, e eu fico preocupada com o que eu posso oferecer nessa equação.
Para quem é casado, quais são os pontos fortes e fracos do seu parceiro?
Para quem não é, como é seu parceiro ideal? Como seria a rotina e estrutura familiar perfeita de vocês?
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2020.10.04 14:34 AJGolias Swing, Menage e o Mundo colorido (Liberal)

Olá pessoal tudo bem?
Recentemente vejo que existem muitas pessoas falando sobre fazer ménage, swing e entrar no mundo liberal, estou abrindo este tópico para fazer umas ressalvas sobre o assunto.
Os indivíduos que decidem ir para o lado colorido da vida geralmente estão muito bem confortáveis na vida amorosa, geralmente são pessoas que ja tem algum tempo de relacionamento e sabem que aquilo ali é apenas diversão, e que não vão trocar o parceiro por uma vagina ou penis alheio...
Essa porta, do mundo liberal, é uma porta sem tranca, uma vez que você abriu, ela sempre estará aberta, tanto para homens quanto para mulheres...e é aqui que reside o perigo
Então se voce e sua parceira(o) estão pensando entrar neste mundo, por favor, sentem e conversem muito, não sejam afobados, porque ja vi muitos relacionamentos (tanto homo afetivos quanto hetero) se desintegrarem quando as pessoas caem no mundo colorido.
Se voce mora em uma cidade grande, vá a uma casa de swing, conheça as pessoas o ambiente... converse com outras pessoas do meio e deixe claro que são iniciantes, não há nada de errado em ser iniciante (apesar de alguns correrem de casais iniciantes), e principalmente respeitem os limites do seu parceiro.
Se conseguirem se estabelecer, vão encontrar um inacreditável mundo novo, com muita gente bacana, e vai se assustar na quantidade de adeptos que existem, sem falar no sexo inacreditavelmente bom e como de forma engraçada o relacionamento vai a outro patamar.
Fica aqui a dica. Fiquem bem.
Não briguem, faça sexo.
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2020.10.02 20:07 CasaGolden A escolha do favor de Sansa: o caso de Sor Byron, o Bonito ( Parte 1)

“Quem pediria o favor de uma bastarda?
Harry, se ele tiver a sabedoria que os deuses deram para um ganso... mas não dê para ele. Escolha algum outro galante. Você não quer parecer muito ansiosa.” (TWOW, Alayne I)
Tal é o conselho que Mindinho da para Sansa Stark, agindo como sua filha bastarda Alayne Stone, quando ela se encontra com ele nos Portões da Lua depois da chegada do seu prometido Harry, o Herdeiro. Não é a orientação habitual que alguém pensaria que um pai daria para sua filha, mas este não é um relacionamento tradicional de pai/filha e Petyr não é um mentor ordinário. Enquanto ele não especifica o “galante” que Sansa deveria entregar seu favor, o raciocínio dele é claro: ele quer que ela encante e provoque Harry, mas ainda mantendo alguma aparência de preferência absoluta, para assim manter o Jovem Falcão encantado e interessado. Quando mais tarde ela dança com Harry no banquete pré-torneio, nós vemos que Alayne aceitou as palavras do pai no coração; ela está decididamente mais ousada e brincalhona com Harry, questionando ele sobre suas crianças bastardas, suas mães, e fazendo comentários bem sugestivos sobre ela ser toda a “pimenta” que ele vai querer. O infeliz Harry, previsivelmente em transe, pede pelo favor de Alayne, mas ela nega pra ele dizendo “Você não. Está prometido... para outro”.
Quem será esse “outro” tem intrigado o fandom desde o lançamento da amostra do capítulo há cinco anos. O capítulo não contem maiores revelações ou cenas dramáticas, mas este final age como certo cliffhanger, criando expectativas nos leitores de que o favor de Alayne terá um considerável significado narrativo. Ao escolher seu cavaleiro, nós sabemos que Alayne tem muitas opções, como Martin nos dá a litania de potenciais escolhas da lista de parceiros de dança no banquete, e, não esqueçamos, a conversa com dois personagens imprevisíveis que ela teve mais cedo naquele dia: Sor Shadrich de Vale Sombrio e Sor Lyn Corbray de Lar do Coração. Enquanto Sor Lyn continua sendo um candidato viável, por mais volátil e arriscado que ele seja, podemos excluir Sor Shadrich por enquanto, pois ele diz a Alayne e Myranda que não pretende competir no torneio.
É claro, os leitores sabem que o Rato Louco tem procurado pela Sansa Stark por um bom tempo, finalmente integrado nos serviços de Mindinho como cavaleiro andante ao lado de outros dois, e conhecendo Sansa depois que ela partiu do Ninho da Águia em seu capítulo final de AFFC. Como as conversas no pátio de treino revelam, Sor Shadrich agora sabe que a filha bastarda do Lorde Protetor é realmente a garota Stark desaparecida, e enquanto seu propósito anunciado fosse ganhar a recompensa pelo retorno dela para Porto Real, os leitores ainda estão incertos sobre suas verdadeiras motivações e o que ele irá decidir com essa descoberta. O favor de Sansa, operando neste viveiro fervente de tensões crescentes e subterfúgios, não é mais relevante como um mero gesto de cortesia, mas agora é uma potencial mudança de estratégia nos jogos por um jogador emergente.
Assim, qual cavaleiro seria a melhor decisão estratégica, tanto da perspectiva de Sansa (estando atenta ao crescimento de seu personagem) e de uma consideração mais ampla dos desenvolvimentos da trama envolvendo outros personagens e eventos? Essas questão nos leva seriamente a considerar Sor Byron o Bonito, o cavaleiro andante que nós vemos primeiramente como um do trio de homens que Mindinho contrata para seus serviços no fim de AFFC.
Para começar, uma pequena confissão é necessária: Esta teoria deve seu desenvolvimento à minha frustração em tentar descobrir a verdadeira identidade de Sor Byron, já que estou trabalhando a partir do pressuposto de que Sor Morgarth e Sor Shadrich estão operando sob falsos pretextos no que se refere às suas verdadeiras identidades / propósitos em vir para o Vale de Arryn. Já sabemos que Sor Shadrich está escondendo o fato de que estava procurando por Sansa, mas será que ele também poderia ser outra pessoa, ainda uma figura desconhecida que tem seus próprios motivos nessa busca? Uma teoria popular no fandom sugere que ele é Howland Reed, mas isso está fora do escopo de nossa investigação por enquanto. Com relação a Sor Morgarth, uma de nossas teorias “malucas” aqui em Pawn to Player alega que ele é realmente o Irmão Mais Velho da Ilha Quieta. Faz sentido narrativo, portanto, que Byron também não seja quem aparenta ser, e certamente não está lá para prestar serviço leal ao Senhor Protetor.
Um aspecto importante dessa teoria é que esses cavaleiros andantes parecem estar trabalhando juntos. Com a exceção do momento em que Sansa encontra Shadrich sozinho no pátio no capítulo liberado de TWOW, Martin reforça a imagem de três homens como uma unidade desde a primeira aparição deles no solar de Mindinho até a última aparição deles dançando com Alayne no banquete:
Exatamente como Petyr prometera, os jovens cavaleiros se amontoavam ao redor dela, disputando seu favor . Depois de Ben veio Andrew Tollett, o belo Sor Byron, Sor Morgarth do nariz vermelho, e Sor Shadrich, o Rato Louco. (TWOW, Alayne I)
Em particular, Martin parece querer que nos concentremos em suas aparências, quase como se houvesse pistas a serem discernidas dessas descrições. Isso ecoa nossa primeira introdução a eles em AFFC, quando os leitores deveriam reconhecer imediatamente o astuto Sor Shadrich:
Alayne o abraçou obedientemente e lhe deu um beijo na face.
– Lamento incomodar, pai. Ninguém me disse que tinha companhia.
– Você nunca incomoda, querida. Estava agora mesmo contando a esses bons cavaleiros como minha filha é atenciosa.
– Atenciosa e bela – disse um jovem e elegante cavaleiro, cuja espessa cabeleira loira caía em cascata até bem depois dos ombros.
– Sim – disse o segundo cavaleiro, um indivíduo entroncado com uma espessa barba salpicada de branco, nariz vermelho, proeminente e com veias rebentadas, e mãos nodosas, grandes como presuntos. – Não mencionou essa parte, senhor.
– Eu faria o mesmo se ela fosse minha filha – disse o último cavaleiro, um homem baixo e seco, com um sorriso sardônico, nariz pontiagudo e hirsutos cabelos cor de laranja. – Especialmente perto de homens grosseiros como nós.
Alayne riu.
– São grosseiros? – disse, brincando. – Ora, e eu que os tomei por galantes cavaleiros. (AFFC, Alayne II)
Deixando de lado seus atributos físicos por enquanto, devemos também prestar atenção em como suas respostas "coordenadas" e preparadas para a chegada de Alayne parecem ser. Não há hesitação ou demora. Um após o outro, cada um constrói a afirmação do outro, terminando com o comentário sugestivo de Shadrich sobre "grosseiros como nós". O que temos é uma impressão singular dos três cavaleiros, apesar de suas descrições variadas, levando a uma conclusão razoável de que eles decidiram combinar seus esforços e recursos para um objetivo comum. Se o objetivo é simplesmente sequestrar Sansa e devolvê-la ao cativeiro em KL como Shadrich fez Brienne acreditar, então a presença do Irmão Mais Velho como Morgarth certamente prejudicaria esse empreendimento. Além disso, embora Shadrich tenha se oferecido para dividir sua recompensa com Brienne, a exigência de dividi-la em três partes pareceria menos do que ideal, para não falar do risco de envolver tipos mercenários não confiáveis ​​que poderiam tentar roubar Sansa e ganhar o resgate total por si mesmos. Não somos informados dos detalhes de como exatamente eles foram contratados por LF em Vila Gaivota, mas que todos os três parecem confortáveis ​​na companhia um do outro é notável e sugere algum tipo de familiaridade ou conexão anterior.
Sor Byron, pela própria natureza de como Martin o descreve, é o mais fácil de ignorar, especialmente à luz das experiências de Sansa, que a ensinaram que exteriores dourados e belos muitas vezes podem ser enganosos, e que é muito melhor julgar alguém em seu caráter e ações. O fato da aparência de Byron lembrar um típico Lannister é provavelmente uma escolha autoral deliberada, destacando como Sansa não está mais cega ou mesmo atraída por esse ideal de beleza - que lhe causou considerável sofrimento e dor. Mas o que fazemos com Byron e por que ele está incluído neste grupo de potenciais ajudantes de Sansa se neste estágio de desenvolvimento dela ele parece ser evidentemente o cara errado? Ao tentar descobrir sua identidade, eu rapidamente percebi que poderia ser mais benéfico se concentrar no papel específico que ele poderia desempenhar na trama e é aí que a ideia de ele ser aquele a receber o favor de Alayne tomou forma.
A partir do momento em que conhece Alayne, Byron desempenha o papel do cavaleiro arrojado, elogiando sua aparência e beijando sua mão ao sair da sala. Ela o descreve como "elegante" e "jovem" e, mais tarde, no banquete, como "bonito". Não há sentido, no entanto, que o interesse de Alayne em Sor Byron vá além de sua apreciação do fato de que ele foi contratado para reforçar a guarda de LF nos Portões. Então, por que ela o escolheria para usar seu favor de todas as outras opções disponíveis? A razão mais óbvia é que ele é a escolha perfeita para atingir seu objetivo aparente de deixar Harry, o Herdeiro, com ciúmes, como LF a aconselha a fazer durante a conversa nas caves. Por conta própria, Sansa poderia dar seu favor a alguém como Sor Wallace, filho de Anya Waynwood, por quem ela claramente tem empatia e procura salvar do constrangimento quando ele dança com ela no banquete. Ou outra escolha poderia ter sido Sor Lyn Corbray, a quem ela aprecia como um lutador cruel e certamente deixará sua marca no torneio. Que Sor Lyn Corbray pode não ser mais leal a seu pai é algo que desperta a curiosidade de Alayne, um conhecimento potencial que ela poderia explorar no futuro. No entanto, Sor Wallace e Sor Lyn provavelmente não deixarão Harry com ciúmes, já que o primeiro é alguém com quem ele cresceu durante toda a vida, que é estranho e tímido, enquanto o último é conhecido por não se interessar pelos encantos das mulheres , e cuja seleção só pode servir para disparar os alarmes de LF. Byron, com sua notável boa aparência, porte elegante e modos corteses é o cavaleiro ideal para fazer Harry se sentir irritantemente inseguro. Depois de sua rápida conversa com Harry no banquete, Sansa soube ainda melhor do que antes que ele é um tipo superficial, que valoriza a aparência acima de tudo pela maneira como fala sobre seus amantes e, ao mesmo tempo, alguém que é bastante fácil de manipular. Sua primeira impressão de Harry é reveladora:
Sor Harrold Hardyng era um futuro senhor em cada centímetro; proporcional e bonito, aprumado como uma lança, duro de músculo. Homens com idade suficiente para terem conhecido Jon Arryn em sua juventude diziam que Sor Harrold tinha sua aparência, ela sabia. Ele tinha um tufo de cabelo loiro-areia, olhos azuis pálidos, nariz aquilino. Joffrey também era gracioso , ela lembrou a si mesma . Um monstro gracioso, é isso o que ele era. O pequeno Lorde Tyrion era mais gentil, mesmo retorcido. (TWOW, Alayne I)
Ainda não vimos nenhuma evidência de que Harry é um "monstro atraente"da mesma forma que Joffrey, mas a comparação é significativa. Isso ressalta o tema de aparência versus realidade que percorre o arco de Sansa e enfatiza a ironia de Byron ser o único a receber seu favor neste momento. Ao contrário da Sansa de antigamente, que se derreteu pelo Cavaleiro das Flores durante o Torneio da Mão, esta Sansa poderia escolher um cavaleiro valente para um propósito totalmente diferente, usando seu favor não como uma declaração decorativa de afeto, mas como uma isca deliberada. Isso se alinha perfeitamente com o papel secreto em que Sor Byron já poderia estar envolvido, e torna não apenas Harry, mas também Petyr Baelish, como as figuras enganadas. A escolha de Sor Byron uniria a relevância desses misteriosos cavaleiros errantes e apresentaria uma oportunidade para Sansa descobrir seu verdadeiro propósito. Até agora, os três parecem estar se mantendo discretos, mas os comentários de Sor Shadrich a Sansa no pátio sugerem que ele está planejando agir em breve. A escolha de Sor Byron, apesar de Sansa não ter conhecimento do que eles planejam ainda, pode ser vista como uma bênção simbólica de sua missão clandestina. Também expande o espectro da influência que ela tem exercido desde o planejamento até a execução do torneio dos cavaleiros alados.
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2020.09.30 22:19 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos.Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.09.30 21:42 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos. Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.09.30 21:06 pla-to Escritor a beira do colapso

Olá, Brasil
hoje venho lhes apresentar meu dilema. Gostaria de saber se os senhores podem me auxiliar, pedindo desculpas antes mesmo de começar a me explicar, tendo em vista o tamanho do post que abaixo segue. Para quem possuir a paciência e a resignação de ler até o final, só me faz possível agradecer e lhe estender um virtual e fraternal abraço.
tl;dr>! sou bipolar e gosto de escrever, não tenho um puto no bolso pq anos de estudos de filosofia e literatura me tornaram incapaz de conviver de maneira adequada nessa sociedade doente, peço que avaliem meu trabalho para que eu saiba se há futuro para mim na escrita e, também, que me ajudem com conselhos profissionais, doações ou de qualquer outra forma para que eu possa sair da cidade em que resido e busque um lar em São Paulo.!<
Vamos lá:
Me chamo Dillon Hagar (meu pseudônimo literário) e tenho ~30 anos. Sou formado em direito e administração com pós em direito penal e processual penal, não que isso me seja muito relevante sobre quem sou, acredito estar mais relacionado com minha história.
Venho de uma família brasileira típica: meu pai e minha mãe são pessoas honestas que sempre trabalharam (muito) para buscar oferecer o melhor para meu irmão e eu. Apesar da extrema formalidade que compele o viver dos dois, sei por fato e história o quanto eles nos amam. Meu pai sempre foi um cara absurdamente estourado e - até recentemente - acreditei que isso era apenas seu jeito de ser, afinal o cara já engoliu alguns sapos da vida (principalmente de sua falecida mãe).
Talvez pelo fato de ser tão estourado, permiti por muito tempo que minhas escolhas fossem feitas por mim, afrontar seus nervosismos só me gerava ainda mais ansiedade. Sempre me foi difícil o necessário pisar em ovos com ele, já que somos pessoas absolutamente distintas. Seu ideal de justiça é através da imposição da violência enquanto sou apenas um advogado que valoriza o debate, defende as garantias e direitos individuais e conhece um pouco das mazelas do nosso maravilhoso Brasil.
Fiz uma faculdade (duas, se prezar pela especificidade) que me habilitaram em uma profissão que não tinha e nem tenho a menor intenção de exercer. Sou advogado inscrito na OAB/SP, porém tudo que gostaria de fazer é rasgar minha carteira e escrever... Mas tudo bem, quem não é advogado hoje, não é mesmo?! Está ai a primeira vaidade formal que meus pais têm sobre mim que não faço questão.
Tenho um irmão mais velho (programador) que, com muito trabalho e talento, conquistou seu lugar ao sol nesse caótico mundo e foi morar em outro país, longe do julgamento dos velhos.
Para o caçula, restou apenas buscar se adequar a sociedade de uma cidade do interior paulista (~180k habitantes, ~450km da capital) e tentar ganhar algum dinheiro, porém, como fazemos isso quando não há oportunidades e se é um desarticulado?
Aos melhores empregos, não possuo a experiência. Para os demais, sou mais qualificado do que deveria. Sou um monstro em pele de homem, vagando por uma cidade que não parece ter o interesse de recepcionar o diferente.
Veja bem, estimado leitor. Sei o que sou e, acredito que aqui, seja o momento ideal para dizer o bestial ser que lhes redige este biográfico texto. Minha sinceridade é inata, não posso me mostrar por menos, não me sentiria bem comigo mesmo se não soubessem quem realmente é aquele que lhes pede algo.
Há alguns anos - graças a uma maravilhosa ex-namorada psicóloga - contrariado pelos meus pais que sempre viram saúde mental como tabu, decidi buscar ajuda profissional para tratar o vazio existencial que existe/ia dentro de meu peito. Após 6~8 anos de terapia e pelo menos outros 6 de clínica psiquiátrica, me deparei com o diagnóstico de um distúrbio de personalidade, "Transtorno de bipolaridade tipo 2", dizem os médicos. Como gosto de informalidades, prefiro chamar apenas de "meus demônios".
"Meus demônios" por muito tempo foram seres antagônicos dentro de mim, me aterrorizavam madrugadas a dentro, cochichando terríveis segredos em meus ouvidos. "Nunca serás o suficiente", "aqueles que dizem te amar riem de ti", "se tens medo de monstros olhe bem para dentro de si: tu és o monstro de quem teme". Nada legal, não?!
Medicação e terapia me tornaram inteiros, ao menos o suficiente para que tomasse as forças necessárias para meu "salto de fé", me fazendo no começo do ano finalmente deixar o ninho e buscar continuar somente com a força de minhas próprias pernas. A felicidade e a esperança, como bem sabem do ano de 2020, talvez tenham sido mal colocadas.
Surpreendentemente, mesmo com as coisas nesse plano de existência estarem indo em vertiginoso declínio, me encontro de certa forma bem e feliz comigo mesmo. "Meus demônios" agora são seres integrados em minha convivência e, com a força do estudo da filosofia (valeu Platão, estoicos, Nietzsche e demais) e outros literatos, descobri que não deveria mais temer minha patologia. Aprendi que ela sou eu e eu sou ela, essa "bipolaridade" que me faz navegar tão rapidamente entre humores é tão somente parte de quem sou. Se antes terapia e remédios eram minha cura, hoje digo com propriedade que aprendi ser minha própria mirtazapina. Se antes chorar de manhã e sorrir de tarde eram um problema, hoje aprecio o fato de lacrimejar enquanto escuto Avril Lavigne (que mulher!), mais tarde me abraçar ao som de Dream Theater e me odiar durante as madrugadas com Witchcraft ou Void King. Música, filmes e livros: ai está minha eterna companhia.
Pois bem, caríssimos estranhos. Sou o que sou e não lhes nego! Talvez esse seja o maior trunfo do anonimato: a possibilidade de ser quem quiser ser sem o prejuízo de julgamentos. Espero que minha sinceridade não lhes seja ofensiva ao decoro, para os que até aqui chegarem agradeço de coração sua insistência.
Ok, ok, divago! Vamos voltar ao ponto central e motivo desse texto: Não tenho amigos e não tenho emprego. O primeiro se deve ao fato de que sou quem sou: aprendi a duras verdades que em uma cidade deste tamanho existem mais pessoas dispostas a lhe julgar do que entender. Geralmente fogem quando confesso ser bipolar ou quando descobrem que não tenho medo de estar em contato com meus sentimentos. Que coisa não?! Em pensar que o que todos buscavam era verdadeira conexão e honestidade nas relações. Mas tudo bem, quem lhes redige sabe que sua intensidade pode ser exigente demais da disponibilidade dos outros, procuro não julgar os que me negam.
Já para falta de emprego talvez seja uma consequência lógica do primeiro: Em entrevistas de emprego costumo ser brutalmente honesto com meu empregador (afinal não é o que pedem?), ainda há pouco me perguntaram qual o meu salário ideal, quando respondi minha quantia, balançaram a cabeça em sinal negativo e disseram que era incompatível. Quem sabe não tenha sido o mais inteligente de minha parte dizer que "talvez o senhor não devesse fazer perguntas que não lhe agradam a resposta, achei que me perguntavas o que eu queria, não que buscasse adivinhações". Sim, sou este tipo de ser. Novamente perdão se lhes ofendo, reafirmo não ser minha intenção. Convido-lhes para uma reflexão, amado desconhecido: poderia eu, sendo quem sou, responder diferentemente?
Pois bem, venho fazendo o que todo jovem advogado têm feito: ofereço serviços jurídicos a preços módicos (que costumeiramente adapto aos meus clientes como forma de lhes ajudar). Sou criminalista mas somente atendo um seleto tipo de criminosos: àqueles a quem se não oferecido um serviço jurídico, muito provavelmente seriam engolidos pela máquina punitiva do Estado e integrados ainda mais a criminalidade. Não advogo para partidos criminosos e muito menos para criminosos de carreira, minha intenção é ajudar e não livrar-lhes de culpa. Talvez percebam aqui os motivos de porque não me restar dinheiro...
A fim de dedicar ainda mais honestidade à este texto, digo-lhes que tenho sim uma amiga. Uma sócia-comparsa, somos advogados e trabalhamos juntos coletando moedas enquanto tentamos ajudar, um pássaro de asa quebrada por vez.
Novamente divago, perdão. Ao ponto então: bem, como já devem tê-lo percebido, meu negócio é a escrita. Amo escrever, estudo latim por hobby, leio dostoievisk por esporte. Escrevo poemas, poesias, cartas, o que quiser. Dedico aos meus amigos e conhecidos aquilo que posso oferecer: no meu caso é o que coletei em meus 30 anos de existência. Você tem um problema amoroso? Ótimo! Sou teu brother e lhe farei uma carta ou um poema para que sares o coração, ó jovem apaixonado! Lhe incomoda a ansiedade saber que em breve terá que defender seu TCC? Maneiro, meu parceiro! Dedicarei à ti minha próxima carta sobre como deve se lembrar que em outra época, também já se apavoraste com o vestibular mas, ainda assim sobreviveste. Aproveito para lhes endereçar esta pergunta: Como se sentiriam se alguém lhes dedicasse uma carta sobre um problema que você confessou ter? Enfim, acho que pegaram o fio da meada.
Atendendo ao meu cósmico chamado, neste mês de setembro (setembro amarelo, lembro), silenciei meus demônios e passei a publicar alguns de meus textos, cartas e poemas em meu facebook particular. Alguns receberam mais likes que outros, alguns nenhum. Devo dizer que me dói saber que minha escrita às vezes não é apreciada.
Ao verem uma suculenta oportunidade, meus "dêmos" foram atiçados e voltaram a sussurrar. A minha vantagem é que neste momento, estando um bocado mais forte que antes, pensei que talvez não devesse eu ceder a régua que me mede à mão de pessoas que porventura não são verdadeiramente amigas. Improvável mas possível...
Sem dinheiro, sem perspectiva e sem companheiros, resto sozinho vivendo em um apartamento quase de favor com um conhecido. Gostaria de me mudar para São Paulo e conhecer todas aquelas pessoas estimulantes que pertencem àquele maravilhoso lugar, porém, como, se não disponho de condições nem para minha terapia e psiquiatra? Às vezes sinto que minto para as duas quando digo que estou bem, em ordem de fazer diminuir o número de sessões e medicamentos que preciso despender. Mando meu amor para as duas: não fosse por elas e os descontos absurdos que me proporcionam (na terapia, pago menos da metade; na psiquiatra, 1/3), talvez eu não estivesse me sentindo tão radiante. Não é lindo quando profissionais se despem de sua autoridade e tocam outro humano apenas como um humano?
Pois bem, venho até este maravilhoso sitio eletrônico e lhes peço: sejam meus juízes! Convido-lhes ao meu julgamento e de meu trabalho. Serei eu um bom escritor? Existe um ofício por trás destra escrita? Poderia eu tudo abandonar e - quem sabe finalmente - me encontrar alinhado e instrumentalizado pelo senhor universo através da bela e indescritível energia cósmica enquanto escrevo? Acredito que o tempo e os senhores podem me dizer...
Encaminho o link de meu tumblr (tumblr pra escritor br, ok, isso é ainda de se analisar), nele encontrarão algumas de minhas escritas publicadas nesse mês de setembro. Caso a paciência e a boa vontade acompanhem os senhores e senhoras, peço gentilmente que leiam, avaliem e sentenciem neste post o que considerarem pertinente. Caso estejam cansados de minha presença e queiram buscar apenas o poema mais lido, acredito que tenha sido este.
Para aqueles que realmente creem no valor de meu trabalho, também anexo um link para doação em paypal, onde aceito qualquer valor que puderem me ceder. Por ora, fica desabilitado a possibilidade de subscreverem em assinatura as doações, antes avaliarei se há futuro para mim nesse negócio de escrita.
E para você, que precisa de alguém que lhe escreva uma carta, um poema, uma poesia, ou que tenha, sabia ou queira um empregado escritoredatofaz tudo, sabia que recebo pedidos por email ( DillonHagarF ARROBA gmail PONTO com ) ou até mesmo através desse post ou direct.
Há aqueles que me chamarão de tolo por acreditar na bondade de estranhos na internet, devo lhes dizer que não me importo. Somente atendo minha própria natureza assim como acredito que cada um deve atender a própria. Estejam todos abençoados e em paz: aos que me ajudarem, mais, aos que me ignorarem, em igual proporção.
Por fim, agradeço todos que chegaram até aqui. Vocês são seres maravilhosos e o dom de sua curiosidade proporcionou a um desconhecido na internet um momento de felicidade. Um profundo e sincero obrigado! Sintam-se amados até mesmo por quem lhes desconhece!
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2020.09.30 18:16 Mixcell Autoestima? Onde posso encontrar outra? Já que perdi a minha...

Já faz um bom tempo que queria desabafar sobre este assunto com alguém, mas nunca tive ninguém para conversar, já que sou meio solitário. Mas no fim, encontrei o Reddit.
Ultimamente tenho me sentido inferior a todas as pessoas que eu conheço, sempre vejo meus poucos amigos namorando, curtindo, vencendo na vida. Enquanto eu, só fico na poeira, só diminuindo o meu ego, se é que eu tenho algum.
Eu não tenho talento nenhum, sou ruim ou mediano em qualquer coisa que faço, nunca fiz nada que me fizesse ficar satisfeito com o meu resultado. Em uma jogatina, por exemplo, tenho um pequeno grupo de amigos que curtem jogar alguns jogos, raramente eles me chamam para jogar, tendo que "me convidar" para jogar com eles. Minha teoria é que eles têm medo de que eu possa prejudicar o time pelo fato de ser ruim em tal jogo, e eles estão certo, até eu costumo a pensar deste jeito. Por esses motivos costumo jogar mais jogos individuais, que não dependam de trabalho em equipe pois eu sei que posso prejudicar o(s) meu(s) parceiro(s).
Como citei agora pouco, não sou bom em trabalho em equipe. Sempre que algum professor passa um trabalho que pode ser feito em dupla, ou trio, etc., sempre escolho fazê-lo individualmente, pelo fato de que, se eu faço as coisas sozinho, eu não tenho ninguém para criticar negativamente pelo resultado do trabalho, além de mim mesmo.
Ouço por aí que se quero ter algum talento, tenho que me dedicar a praticá-lo, como no ditado "A prática leva a perfeição". Mas, sinceramente, sou tão criticado naquilo que faço que nem tenho mais ânimo de continuar, e geralmente, acabo desistindo.
Eu gostaria de algum conselho do que fazer para aumentar minha autoestima, como não ser a última opção, ou deixar de ser subestimado pelas pessoas.
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2020.09.25 20:43 Vedovati_Pisos O que os cavalos nos ensinam sobre negócios

Cavalos e negócios! Isso mesmo! Os cavalos não apenas podem ser um negócio, como podem lhe ensinar muitas coisas sobre negócios.
Muita gente já viu ou ouviu falar sobre o filme “O Encantador de Cavalos” (de 1998, baseado no livro de Nicholas Evans), que conta a história de um treinador contratado para ajudar uma adolescente a superar o trauma de um grave acidente. A empreendedora Kelly Wendorf levou essa ideia adiante e criou uma companhia que utiliza cavalos nos processos de coaching de executivos de negócios para o desenvolvimento profissional e de liderança.
“Os cavalos nos ensinam muito sobre negócios”, afirma Kelly, CEO da Equus e cofundadora da Thunderbird Ridge Ranch, o local onde é realizada a Equus Experience, nas proximidades das montanhas de Sangre de Cristo, nos arredores de Santa Fé, Estados Unidos. A Equus está localizada em um rancho de 4 hectares, perto do Four Seasons Resort Rancho Encantado, que também envia convidados e executivos para as sessões de treinamento com Kelly e seu parceiro, Scott Strachan.
“Os cavalos trazem à tona o melhor das pessoas: a confiança”, diz ela. No início da sessão de coaching com a executiva e seus assessores – os animais Blue, Dante, Artemis e Cooper – ela pede que as pessoas passem algum tempo pensando sobre o que gostariam de alcançar quando o processo terminar. “Os cavalos mostram seu melhor quando você se encontra com ele com uma questão/curiosidade genuína sobre a sua vida”, ela afirma. “E pode ser qualquer coisa.”
Veja a seguir as lições que os cavalos podem ensinar sobre os negócios:
Não faça suposições
Um dos clientes de Kelly, que estava abrindo sua própria agência de conteúdo, foi colocado na arena com os cavalos e, imediatamente, sentiu-se atraído por Blue. Ele tentou estabelecer uma conexão, mas o cavalo afastou-se. Com o ego ferido, o homem desistiu. Kelly, que estava do lado de fora analisando a situação, concluiu que aquela era uma pessoa que abria mão de um contato quando este não demonstrava interesse imediato. Ela revelou, então, que Blue estava, de fato interessado, mas havia se afastado por causa do movimento de um outro cavalo. O homem fez, então, uma segunda tentativa e, em pouco tempo, estava acariciando Blue. A lição tirada do episódio é: não faça suposições. Elas limitam a forma como você se mostra ao mundo.
Em vez de ser um líder, você precisa ser atencioso
“O que a maioria das pessoas não sabe é que, em grupo, os cavalos funcionam como um matriarcado. A liderança não é de um garanhão forte e grande, dono de um harém de éguas. Na realidade, essa é a interpretação feita pela nossa cultura patriarcal. Na maioria das vezes, são as éguas que governam e criam ordem e disciplina no grupo. Então, é um modelo feminino, diferente do nosso sistema usual que tende a valorizar o pensamento racional em prol da intuição, ou a manipulação em prol da cooperação”, afirma Kelly. “Os cavalos oferecem às profissionais do sexo feminino a oportunidade de enxergar um modelo que nós não vemos com frequência – o uso correto do poder, como ele pode ser usado para cuidar das pessoas e como uma liderança baseada na atenção fortalece o sistema e traz ótimos resultados. Portanto, você pode ser cuidadoso e ser um ótimo líder. É assim que os cavalos agem.”
Faça as coisas mais devagar e seja presente
“Os cavalos têm 17 expressões faciais diferentes, mas você precisa ter calma para notá-las”, afirma o parceiro de Kelly, Strachan. “As pessoas gastam muito tempo no mundo do fazer e pouco no mundo do ser. Nós não estamos presentes e, na maioria do tempo, estamos muito longe de nós mesmos. Achamos que temos que estar sempre à frente e colocamos a nossa felicidade do outro lado do horizonte cognitivo. Essa é uma das coisas que os cavalos mais demonstram. Você precisa estar presente.”
Estabeleça limites
“Os cavalos estabelecem limites o tempo todo. Usar certas demonstrações de força é, na realidade, uma maneira de criar ordem, o cuidado e a sustentabilidade em um sistema.”
Seja forte para criar bem-estar
“Em sistemas com funcionamento semelhante aos dos cavalos, as mulheres encontram permissão para ser fortes e saber que isso é uma qualidade. E que essa força pode resultar em iniciativas que criem bem-estar para todos”, afirma Kelly.
Seja autêntico
“Os cavalos demonstram que a sua energia o precede”, afirma Strachan. “Muita gente entra em uma sala de reunião pensando: ‘Eu estou realmente irritado com todas essas pessoas, mas vou disfarçar e ninguém vai perceber’. Mas sim, eles vão perceber – assim como os cavalos.”
Pense no impacto que você causa
“Os cavalos nos ensinam como demonstrar a integridade e a honestidade que a natureza exige”, afirma a especialista. “Eles nos ensinam sobre o impacto que causamos quando entramos em um espaço. Eles nos ensinam sobre a nossa clareza – se o que estamos dizendo é ou não o que realmente queremos falar – e o impacto que temos sobre as outras pessoas. 93% da nossa comunicação é não-verbal, e os cavalos realmente mostram isso.”

https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/o-que-os-cavalos-nos-ensinam-sobre-negocios/
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2020.09.24 22:11 Vedovati_Pisos Confira dicas de como montar uma academia

Para quem deseja investir em um negócio promissor, montar uma academia é uma das melhores oportunidades atualmente. Cada vez mais pessoas procuram esse estabelecimento para seguir um estilo de vida saudável, socializar, fazer parte de um grupo ou simplesmente por estética.
Mas para montar uma academia de sucesso é importante ficar atento a todos detalhes que lhe ajudarão a construir um ambiente agradável, o que inclui escolher equipamentos de qualidade, pisos adequados, e zelar pela segurança e manutenção da infraestrutura.
Confira algumas dicas para montar uma academia de sucesso.
Faça um bom plano de negócio antes de montar a sua academia
Um plano de negócio é uma ferramenta fundamental para o sucesso de uma academia. Muitas academias fecham por não ter feito um planejamento e compreensão do mercado antes.
Definir antes:
1- Produtos e serviços que serão oferecidos pela academia.
2- Missão da academia, a razão pela qual o negócio vai existir. Lembre-se que o resultado financeiro deve ser consequência de um trabalho bem feito.
3- O foco da academia: segmento de mercado.
4- A visão da academia: como deseja que sua empresa seja vista em longo prazo
5- As estratégias para atingir os objetivos e realizar a visão da academia
6- Descrição legal da academia – Classificação da empresa: individual, sociedade, etc.; e o regime de tributação que melhor se enquadra, dentro dos permitidos.
7- Estrutura organizacional da academia – Como a empresa irá funcionar, onde e como serão distribuídas as funções e equipe dirigente.
8- Plano de operações da academia – Descrição dos procedimentos de trabalho que serão utilizados.
a- Administração e Gestão Empresarial
b- Quadro societário (se for o caso) e distribuição das funções entre os sócios.
9- Parcerias – A academia irá trabalhar com parceria? Quem será os possíveis parceiros?
10- Defina um plano de marketing com os seguintes itens
a- Análise de mercado – Pesquisa e análise do segmento de atuação.
b- Oportunidades e Ameaças da academia – Análise do macroambiente (tudo o que está externo ao seu negócio).
c- Pontos Fortes e Fracos – Análise do microambiente (o que está interno ao seu negócio).
11-Clientela da academia – Quem serão os possíveis clientes da academia? O que eles procuram?
12- Segmentação da academia – Para aperfeiçoar as ações e tornar o atendimento mais personalizado, pode-se dividir o mercado em categorias. Se você precisa de um exemplo, veja o artigo Academia na terceira idade? Confira os exercícios e os aparelhos mais indicados!
13- Concorrência – Com quais as academias você vai concorrer? O que essas academias fazem? Como essas academias trabalham?
14- Estratégias de marketing para sua academia – Como chegará aos possíveis clientes da sua academia? Quais meios serão usados para divulgar a academia?
15- Vantagem Competitiva da sua academia. Resumidamente, é aquilo que tenho e o concorrente não tem.
16- Investimentos – Equipamentos, reformas, computadores, fachada, sistemas, treinamentos, etc
17- Custos fixo e variáveis da academia.
18- Definição dos preços a serem cobrados pela academia.
19- Ponto – Qual será o endereço da sua academia?
20- Promoção – Como será feita a promoção da academia? Quais mídias serão utilizadas? Existe alguma ação de marketing já planejada? Qual?
Nos próximos tópicos, damos dicas para você fazer grande parte dessas análises e começar o plano de negócio da sua academia.
Conquiste seu espaço
Segundo dados do SEBRAE, o Brasil é o segundo país com maior quantidade de academias no mundo. Isso significa que há espaço para quem deseja investir no negócio, mas também pode representar mais concorrência.
Avaliar a região em que você pretende montar a academia é essencial para se certificar de que haverá procura pelos serviços que vai oferecer. Esse levantamento o ajudará a oferecer outros serviços complementares que estejam em falta na região, embora sejam muito procurados e, dessa forma, maximizar seus lucros.
Por exemplo, loja de produtos esportivos no geral ou de suplementos alimentares, consultas com nutricionista ou médico do esporte e ginástica para terceira idade. Existem diversas opções e você pode personalizar o da sua academia de acordo com a localidade em que vai atuar, garantindo seu espaço desde a inauguração.
Entenda do negócio fitness e de negócio (gestão)
Você não precisa ser um profissional de educação física para montar uma academia, mas é fundamental conhecer sobre o segmento. Ao ler este texto, você já está no caminho, pois demonstra o interesse em se aprofundar no assunto. Mais do que entender do negócio, você deve entender de negócio. Portanto, se está começando a empreender agora, é fundamental que entenda tudo sobre administração de empresas, gestão de pessoas e marketing para garantir a sustentabilidade da sua academia.
Contrate profissionais para lhe ajudar
Você não precisa ser especializado na área esportiva para montar uma academia, mas isso não exclui a necessidade de contratar funcionários formados em educação física. O instrutor monta e acompanha os treinos dos alunos, também solicita avaliações médicas, quando necessário. Esse profissional poderá ajudá-lo a escolher os melhores equipamentos para sua academia e, caso esteja atento às tendências do mercado, sugerir modalidades em alta no momento.
Apesar de muitas academias não oferecerem consultas com nutricionista, vale considerar a ideia. O serviço pode parecer insignificante para o funcionamento da academia, mas, na prática, é essencial para que os clientes alcancem os resultados desejados, visto que a boa forma depende em grande parte da alimentação. Quanto mais satisfeitos os alunos estiverem, maior será a permanência, fidelidade e o grau de sucesso e estabilidade da sua academia.
Caso você queira oferecer outros serviços em sua academia, considere que precisará contratar profissionais qualificados para desempenhar a atividade. Muitos empreendedores iniciantes querem fazer tudo no seu estabelecimento e acabam oferecendo serviços ruins, justamente por não terem experiência e conhecimentos necessários. Ao seguir esse mesmo caminho, você poderá perder credibilidade perante seus clientes e ainda se afastar da gestão do negócio.
Identifique quanto custa abrir uma academia
Procurar estimativas do quanto custa abrir uma academia pode até dar uma ideia do valor que você precisará desembolsar para tirar o projeto do papel. No entanto, esse cálculo envolve um estudo de variáveis, dependendo das atividades que você oferecerá. Em geral, é importante entender que montar uma academia requer alto investimento inicial e oferece boa rentabilidade, mas em longo prazo.
Por meio do plano de negócios, você poderá identificar tudo o que precisa para abrir uma academia na localidade desejada, como investimento inicial, manutenção e a previsão de retorno. Isso porque o planejamento considera região, demanda pelos serviços e concorrência.
Somente faça empréstimos ou outros tipos de investimentos após montar o plano de negócio detalhado para montar a academia. Dessa forma, você terá certeza de que abrir uma academia do jeito que pensou e no local desejado efetivamente lhe trará retorno. Não tenha pressa: lembre-se de que um negócio melhor planejado tem mais chances de dar certo do que outro feito no impulso, que pode fechar as portas pouco tempo depois de sua inauguração e trazer diversos prejuízos.
Invista em um modelo de negócio que atraia seu público
Ao abrir uma academia, você deve proporcionar atendimento completo, o que inclui funcionamento em horários que realmente atendam ao seu público. Expedientes fora do horário comercial costumam ser muito procurados, visto que grande parte das pessoas somente se exercitam no seu tempo livre, quando entram ou saem do trabalho. Para que ninguém fique de fora, considere abrir sua academia por volta das 6h e fechá-la, de preferência, às 22h durante a semana, e fazer meio expediente aos finais de semana.
Também é importante pensar em pacotes promocionais para se destacar de outras academias (fique atento à concorrência). Aproveite a inauguração para oferecer um preço atrativo, como matrícula grátis ou uma mensalidade abaixo do mercado durante um prazo determinado.
Veja também: Novas tendências de exercícios invadem as academias
Divulgue sua academia
Mostrar que sua academia chegou nos arredores vai garantir que todo mundo saiba da novidade. Dependendo da localidade, você pode distribuir folhetos ou usar carros de som para isso. Para deixar a divulgação mais atrativa, promova um evento de inauguração e ofereça uma recompensa de valor, como, por exemplo, uma aula de musculação grátis. Dessa forma, você reunirá um público grande quando abrir seu estabelecimento e pode já fechar matrículas ou captar contatos para futuras campanhas.
Como estratégia em longo prazo, vale a pena investir em marketing digital. O consumidor atual procura tudo pela internet, até mesmo serviços nos arredores. Portanto, ao garantir sua presença digital, você será encontrado com mais facilidade e de forma econômica.
Comece fazendo um site, com páginas para cada modalidade que oferece. Registre sua empresa no Google Maps para facilitar a localização de interessados. Faça uma página para sua academia nas principais redes sociais (as mais indicadas são Facebook e Instagram, porque reúnem um grande e variado público).
Para fazer marketing digital, você precisa antes de tudo se relacionar com seu público. Em suas páginas, devem ter conteúdos informativos, que realmente agreguem valor à vida dos seus seguidores. Isso significa basicamente usar esses canais mais para demonstrar o quanto seus serviços melhorarão a qualidade de vida e bem-estar das pessoas e menos para promovê-los diretamente.
Outra forma eficaz de promover a sua academia é por meio de convênio com empresas e outros parceiros da região, de preferência, que atuem no mesmo ramo (esportes, saúde e bem-estar).

https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/como-montar-uma-academia/
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2020.09.22 23:14 Dinizinni O titã testemunhado

Esta história já é antiga, teve lugar aí em 2008 ou 2009, ainda eu tinha os meus 14/15 anos e ainda o futebol mundial não tinha sido completamente revolucionado pelos dois titãs. Eu hoje sou um homem confiante, casado com a mulher dos meus sonhos e com um negócio em perpétuo crescimento mas nem sempre fui feliz como sou.
De facto, tendo crescido como adolescente assim mais para o nerd fora de uma grande metrópole para mim significava nunca ter conhecido ninguém que partilhasse os meus interesses e como consequência, apesar de não me dar mal com ninguém, nem ser "solitário", mas apenas no sentido de ter pessoas à minha volta, o facto é que não tinha amigos reais.
A solidão e a depressão operam em segredo, sendo que se por fora parecia bem, por dentro o meu lado suicida ganhava cada vez mais força.
Comecei a frequentar fóruns de suicídio e tudo, até que um dia recebi um e-mail a dizer “aguenta aí amigo, força!” vindo de um endereço misterioso: “[[email protected]](mailto:[email protected])”
Na altura nem liguei muito, achei parvo e segui a minha vida.
Passadas duas semanas já tinha pensado como ia tirar a minha vida, já tinha comprado comprimidos e tudo, apesar de ainda não ter tomado quaisquer decisões, tudo muda quando chego ao meu quarto e me deparo com o CR7 com o comando na mão, sentado na minha cama, com o meu jogo favorito na PS, o MGS 4: Guns of the Patriots.
“Bora passar o jogo em conjunto, a gente vai alternando”. Passamos as 15 horas seguintes a fazer uma magnífica no-death run do jogo, enquanto o Ronaldo debitava conhecimento enciclopédico sobre a saga Metal Gear e sobre o próprio Hideo Kojima e falando um pouco sobre os meus animes favoritos sobre os quais o Ronaldo pouco conhecia, uma vez que só seguia à altura Naruto e One Piece.
No final, após soltar uma lágrima durante a batalha entre o Liquid Ocelot e o Snake, referindo o quão dedicado era o Ocelot e aquilo a que se submeteu para levar a necessidade comum avante, o CR pediu licença, uma vez que tinha de ir jogar contra o Chelsea, mas garantiu-me que já voltava.
Após um jogaço contra o Chelsea, na altura orientado pelo Scolari, regressou com vontade de debater Hellsing, Full Metal Alchemist e Death Note, à altura os meus animes favoritos.
Tinha visto os episódios e lido as mangas durante o jogo, tornando-se no parceiro de debate que sempre quis.
Após meses de conversas no messenger e ao telefone, meteu na conversa uma moça chamada Guida, com os mesmos interesses que eu, residente em Ovar.
Começamos a falar e nunca parámos! Hoje é a minha mulher, temos três lindos filhos chamados Alucard, Light e Ronalda.
Somos donos do maior negócio ibérico de import/export de produtos japoneses e temos a nossa própria loja em Aveiro.
Ele esteve lá para mim! Ele esteve lá para nós! Obrigado Ronaldo!
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